É uma aprendizagem lenta e difícil
a solidão.
Exige uma técnica
que não se aprende
nos bares,
que não se aprende
nos cybers.
Aprende-se com o fraquejar
dos melhores amigos,
mas sobretudo se aprende
na multidão.
É uma aprendizagem lenta e difícil
a solidão.
[inédito de Eleazar Carrias, primeira versão]
Gostei bastante da poesia. Continente-conteúdo: uma tradução verdadeira. abraçs.
ResponderExcluirGostei muito, gostei mesmo, és um artista, sempre soube!
ResponderExcluirLenta e difícil, e porque não dizer dolorosa. Saber que somos minimizados quando consideramos grandes as amizades, a ausências nos faz lembrar de momentos juntos e é aí que tá o barato, ter de quem lembrar, saber que somos lembrados por velhos amigos ausentes e isso é especial...
ResponderExcluirEdelson Moura, seu amigo ausente.