por Jarbas Apóstolo
O ser que fez parte de tua virtude perdida
já não precede tua ubíqua matéria.
O ser que reside em ti
agora sou eu, em traços de mármore e tinta.
Tu não soubeste me ser esta noite.
Não esta noite, não hoje, não nunca.
O ser que tenho
é virtuose pura.
O ser que tenho
é carne talhada, não podes sê-lo!
[poema inédito]
Meu poeta querido
ResponderExcluirEis aí, Jarbas se revelando poeta e lindo!!!
Tua amiga e admiradora
Ângel Benassuly
Obrigado, Eleazar.
ResponderExcluirEu mesmo já havia esquecido do "Dicionário", mas seu recado me deu vontade de atualizá-lo. Quem sabe com um poema seu.
Abraço do Falcão
Ângela, obrigado pela visita, minha amiga.
ResponderExcluirVolte sempre.
E a caverna seria nosso abrigo pós fuga.
ResponderExcluirAssim como todos os que testemunham tempos como este...
ResponderExcluirA Caverna ainda pode ser nosso abrigo, depende de nós, Apóstolo. ABraços
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